FAQ

Perguntas frequentes

A Vitório

O que é a Vitório?

A Vitório é uma fintech B2B que estrutura operações de crédito para indústrias — securitizadora própria, FIDC, antecipação de recebíveis e infraestrutura de pagamentos — para que a indústria financie a própria cadeia de fornecedores e clientes.

Atendemos empresas do setor industrial brasileiro que vendem a prazo e querem transformar esse prazo em resultado financeiro, em vez de deixá-lo no balanço como custo.

Para quem é a Vitório?

A Vitório atende dois perfis: indústrias que vendem a prazo e carregam crediário no próprio balanço, e operadores de crédito que já emprestam recursos de forma informal e querem se estruturar com veículo próprio.

No primeiro caso, o objetivo é a indústria capturar a margem financeira da própria cadeia. No segundo, é ganhar estrutura regulada, contabilidade e funding para escalar a operação.

O que significa "transformar a indústria em banco"?

Significa a indústria ofertar crédito e serviços financeiros à própria cadeia — clientes e fornecedores — usando uma estrutura dedicada de securitizadora, FIDC ou parceiros regulados, capturando a margem financeira que hoje fica com bancos e factorings.

A indústria já conhece o risco dos seus clientes melhor do que qualquer banco; o que falta é a estrutura para monetizar esse conhecimento, e é isso que a Vitório monta.

A indústria precisa de licença do Banco Central para operar crédito na própria cadeia?

Não necessariamente: estruturas como securitizadora própria e FIDC permitem financiar a cadeia dentro do arcabouço regulatório existente, sem que a indústria precise se tornar instituição financeira licenciada.

Quando a operação exige serviços privativos de instituição financeira ou de pagamento, a Vitório conecta parceiros regulados (como SCDs e instituições de pagamento) à estrutura do cliente.

Produtos e estruturas

O que é uma securitizadora própria e por que ter uma?

Securitizadora própria é uma companhia constituída para adquirir os recebíveis da operação do cliente e se financiar com a emissão de títulos, profissionalizando o crediário que a indústria já opera no balanço.

Ela separa o risco de crédito da operação industrial, organiza a contabilidade da carteira e abre caminho para captar funding de terceiros. A atividade é disciplinada pelo Marco Legal da Securitização (Lei nº 14.430/2022).

Qual a diferença entre securitizadora e FIDC?

A securitizadora é uma empresa que compra recebíveis e emite títulos de dívida, enquanto o FIDC é um fundo de investimento regulado pela CVM (Resolução CVM nº 175/2022) que capta recursos de cotistas para comprar recebíveis.

A securitizadora costuma ser o primeiro passo — mais simples de constituir e operar; o FIDC faz sentido quando a operação ganha escala e passa a captar com investidores. As duas estruturas podem coexistir.

O que é antecipação de recebíveis?

Antecipação de recebíveis é receber hoje, com deságio, o valor de vendas a prazo que só venceriam no futuro — transformando contas a receber em caixa imediato.

Na estrutura da Vitório, a antecipação pode ser ofertada pela própria indústria aos seus fornecedores e clientes, com a margem da operação ficando na cadeia, e não em um banco de fora dela.

O que é crediário B2B?

Crediário B2B é a venda a prazo parcelada que a indústria concede aos seus clientes pessoa jurídica — na prática, crédito que a indústria já dá, mas sem estrutura, sem remuneração adequada e ocupando o próprio caixa.

A Vitório estrutura esse crediário em veículo próprio (securitizadora ou FIDC), liberando capital de giro da indústria e transformando o prazo em produto financeiro.

O que é BaaS e o que a conta PJ da Vitório oferece?

BaaS (Banking as a Service) é a infraestrutura que permite a uma empresa não financeira ofertar conta, pagamentos e cobrança com a própria marca, por meio de parceiros regulados.

Na Vitório, a conta PJ e os trilhos de pagamento servem de base operacional para as estruturas de crédito: é por onde circulam os recebimentos, as liquidações e os repasses da operação.

Como funciona

De onde vem o funding das operações?

O funding pode vir do próprio caixa da indústria, de investidores que compram os títulos da securitizadora ou cotas do FIDC, ou de parceiros de funding conectados pela Vitório.

A estrutura é desenhada para começar com o capital que o cliente já emprega no crediário e evoluir para captação de terceiros conforme a carteira gera histórico.

Qual a diferença entre operar com a Vitório e usar um banco ou factoring?

Com a Vitório, a margem financeira da operação de crédito fica na estrutura do próprio cliente, enquanto no banco ou na factoring essa margem é do terceiro que financia.

Além do resultado financeiro, o cliente ganha controle: política de crédito própria, decisão de quem financiar e a quais condições, e uma carteira que vira ativo da empresa.

Como começa uma avaliação com a Vitório?

A avaliação começa com um diagnóstico da carteira de recebíveis do cliente — volume de vendas a prazo, prazos praticados, inadimplência e concentração — para dimensionar a estrutura adequada e o resultado potencial.

A partir do diagnóstico, a Vitório apresenta o desenho da operação, o cronograma de implantação e as condições. A simulação inicial pode ser feita na calculadora do site.