O que é uma securitizadora própria e por que ter uma?
Securitizadora própria é uma companhia constituída para adquirir os recebíveis da operação do cliente e se financiar com a emissão de títulos, profissionalizando o crediário que a indústria já opera no balanço.
Ela separa o risco de crédito da operação industrial, organiza a contabilidade da carteira e abre caminho para captar funding de terceiros. A atividade é disciplinada pelo Marco Legal da Securitização (Lei nº 14.430/2022).
Qual a diferença entre securitizadora e FIDC?
A securitizadora é uma empresa que compra recebíveis e emite títulos de dívida, enquanto o FIDC é um fundo de investimento regulado pela CVM (Resolução CVM nº 175/2022) que capta recursos de cotistas para comprar recebíveis.
A securitizadora costuma ser o primeiro passo — mais simples de constituir e operar; o FIDC faz sentido quando a operação ganha escala e passa a captar com investidores. As duas estruturas podem coexistir.
O que é antecipação de recebíveis?
Antecipação de recebíveis é receber hoje, com deságio, o valor de vendas a prazo que só venceriam no futuro — transformando contas a receber em caixa imediato.
Na estrutura da Vitório, a antecipação pode ser ofertada pela própria indústria aos seus fornecedores e clientes, com a margem da operação ficando na cadeia, e não em um banco de fora dela.
O que é crediário B2B?
Crediário B2B é a venda a prazo parcelada que a indústria concede aos seus clientes pessoa jurídica — na prática, crédito que a indústria já dá, mas sem estrutura, sem remuneração adequada e ocupando o próprio caixa.
A Vitório estrutura esse crediário em veículo próprio (securitizadora ou FIDC), liberando capital de giro da indústria e transformando o prazo em produto financeiro.
O que é BaaS e o que a conta PJ da Vitório oferece?
BaaS (Banking as a Service) é a infraestrutura que permite a uma empresa não financeira ofertar conta, pagamentos e cobrança com a própria marca, por meio de parceiros regulados.
Na Vitório, a conta PJ e os trilhos de pagamento servem de base operacional para as estruturas de crédito: é por onde circulam os recebimentos, as liquidações e os repasses da operação.